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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
NOSSO PISO TA CONDICIONADO A APROVAÇAO DA EMENDA 29????
24/08/2011 23:30
Marco Maia se compromete a buscar acordo para votar Emenda 29 em setembro
Rodolfo Stuckert
Marco Maia (D) e ACM Neto (E) negociam acordo no Plenário.
Os líderes do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), e do PSDB, deputado Duarte Nogueira (SP), aceitaram o acordo e desistiram da obstrução. Eles cobram a votação o quanto antes do projeto que vai garantir mais recursos para a saúde.
Maia disse que os líderes são testemunha de seu esforço para a construção de uma agenda para os próximos 45 dias. “Acho que estamos próximos de um acordo histórico que viabilizará a votação dessas importantes matérias”, afirmou.
Além da regulamentação da Emenda 29 e das medidas provisórias que trancam os trabalhos, a Câmara votaria também o Projeto de Lei 1209/11, do Executivo, que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec); a ampliação das faixas do Supersimples (PLP 87/11); a regulamentação do aviso prévio proporcional (PL 3941/89); as emendas do Senado para o Projeto de Lei 5798/09, que cria o Vale-Cultura; e o PL 6716/09, que muda o Código Brasileiro de Aeronáutica.
“Eu assumo o compromisso de fazer todo o esforço para dialogar com o governo e a oposição e solucionar a votação da regulamentação da Emenda 29 ainda no mês de setembro”, disse o presidente.
Voto de confiança
Magalhães Neto ressaltou que concordou com a proposta de procedimentos de Marco Maia para dar mais “um voto de confiança” aos esforços do presidente. “Mas só entrarei nas negociações na próxima semana para um acordo mais amplo de votação se houver um compromisso peremptório de que esta Casa não vai encerrar o mês de setembro sem regulamentar a Emenda 29”, afirmou.
Para Duarte Nogueira, o acordo para votar essa MP é “mais uma demonstração de que a oposição está sempre aberta às conversações”. Ele lembrou que todas as matérias citadas por Marco Maia para o calendário de votações do segundo semestre fazem parte de uma lista de 18 projetos apresentada pelo PSDB como prioridade de votação.
O líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que há apenas discordâncias pontuais em relação a algumas questões sobre a regulamentação da Emenda 29. “Não é verdade que os hospitais estão abandonados. Isso era no tempo deles [da oposição]”, afirmou.
Sintonia fina
Como não houve acordo sobre a data de votação da regulamentação da Emenda 29 na reunião de líderes na tarde desta quarta-feira, Marco Maia chegou a reunir-se em separado, primeiro, com os líderes governistas e, depois, com os da oposição, para buscar um entendimento. "Nós estamos neste momento na fase de ajuste final, de sintonia fina, para construção desse acordo."
Cândido Vaccarezza disse, no entanto, que a matéria só pode ser votada se houver a indicação da fonte dos recursos para essas despesas e se o texto for negociado com os governadores, que estariam contra a proposta. Ele chegou a sugerir um novo projeto sobre o tema. "Tem que ser um texto mais equilibrado que, inclusive, diga de onde sai o dinheiro", ressaltou Vaccarezza.
A reação do líder do PSDB foi chamar de golpe a ideia de um novo projeto. "Nós não vamos aceitar que seja feito um novo projeto. Queremos votar a Emenda 29 na forma como ela se encontra, o seu último destaque [que derruba a criação da Contribuição Social da Saúde], e mandar pro Senado para que isso possa logo mais virar lei e os recursos possam ser colocados na área da saúde", destacou Duarte Nogueira.
A pressão para que a matéria seja votada vem inclusive da base aliada. O líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), defendeu a votação, afirmando que a causa é justa. "Essa pressão é ótima. Todo governo gosta de pressões que sejam boas, em favor do governo, em favor do País", afirmou.
Edição – Marcos Rossi
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
DESDE 2007 QUE O GOVERNO FEDERAL AUMENTOU O REPASSE DOS ACS PARA 1,4 DO SALARIO MINIMO PARA QUE OS MUNICIPIOS EFETIVASEN OS ACS MAIS ATE HOJE 4 ANOS DEPOIS TEM GESTOR QUE NEM REPASSA O VALOR PARA OS AGENTES ISSO É UMA VERGONHA.
Publicada em 03/08/2007
Ministério da Saúde vai repassar R$ 532 para o custeio dos ACS
Os municípios pretendem regularizar a situação dos agentes comunitários de saúde de todo o país. Pelo menos, essa é a recomendação aos municípios do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) desde a publicação da Portaria nº 1.761, que fixa em R$ 532 o valor do incentivo de custeio dos ACS repassado pelo Ministério da Saúde. “Essa portaria é um cumprimento de um compromisso do Ministério com a viabilização da desprecarização do trabalho dos agentes. Nossa orientação é que os municípios regularizem as contratações desses profissionais, que devem ter vínculo celetista”, explica Helvécio Magalhães Júnior, presidente do Conasems.
Ele lembra que o recurso repassado pelo Ministério está dentro do bloco de financiamento da atenção básica. “Portanto, a utilização do recurso vai depender de cada gestor. Por lei, ele pode utilizar esse valor para qualquer componente da atenção básica, inclusive para aumento de salário dos agentes. Também será possível, por exemplo, que o município use esse recurso para o pagamento dos encargos salariais dos ACS ou para dar melhores condições de trabalho pra eles. Isso será decidido pelo gestor municipal”, diz.
A expectativa da Confederação Nacional dos ACS, segundo Tereza Ramos, era a de que esse repasse fosse utilizado no aumento de salário dos agentes, que lutam por um piso de dois salários mínimos. “Já que ainda não conseguimos isso, esperamos que, pelo menos, os municípios utilizem esse recurso para pagar nossos encargos salariais. Muitos não fazem isso”, afirma, avisando que a briga salarial vai continuar. “Vamos pedir ajuda para a recém-criada Frente Parlamentar de Apoio aos ACS. Queremos reivindicar, ainda, que o tempo que trabalhamos sem carteira assinada, de 1991 a 1996, seja contado para a aposentadoria”, diz.
A expectativa da Confederação Nacional dos ACS, segundo Tereza Ramos, era a de que esse repasse fosse utilizado no aumento de salário dos agentes, que lutam por um piso de dois salários mínimos. “Já que ainda não conseguimos isso, esperamos que, pelo menos, os municípios utilizem esse recurso para pagar nossos encargos salariais. Muitos não fazem isso”, afirma, avisando que a briga salarial vai continuar. “Vamos pedir ajuda para a recém-criada Frente Parlamentar de Apoio aos ACS. Queremos reivindicar, ainda, que o tempo que trabalhamos sem carteira assinada, de 1991 a 1996, seja contado para a aposentadoria”, diz.
Para Maria José Evangelista, do Núcleo Técnico de Atenção Primária do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o aumento do repasse do Ministério da Saúde – que antes era de apenas R$ 380 – vai ajudar os municípios a custearem não só o salário dos ACS, como todos os encargos e material que a unidade precisa. Além disso, segundo ela, as Secretarias Estaduais de Saúde também vão repassar recursos para os municípios. “Alguns estados já fazem isso, como o Ceará, por exemplo. Mas isso será ampliado. O Conass está se esforçando para melhorar a qualidade do Programa Saúde da Família”, afirma a assessora técnica do Conass, entidade que junto com o Conasems enviou um ofício conjunto para o ministro da saúde pedindo sustentabilidade da estratégia Saúde da Família, incluindo os agentes comunitários de saúde.
AGENTES DE SAUDE DE TIMON MA JA CONFIRMARAN PRESENÇA NO SEMINARIO SOBRE O PISO DIA 26 EM SÃO LUIS
| NOVA PORTARIA JA ESTA SENDO CUMPRIDA EM TIMON |
PORTARIA Nº 1.599, DE 9 DE JULHO DE 2011 Define valores de financiamento do Piso da Atenção Básica Variável para as Equipes de Saúde da Família, Equipes de Saúde Bucal e aos Agentes Comunitários de Saúde, instituídos pela Política Nacional de Atenção Básica. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a Portaria nº 648/GM/MS, de 8 de março de 2006, que aprova a Política Nacional da Atenção Básica e dispõe como responsabilidade do Ministério da Saúde, a garantia de recursos financeiros para compor o financiamento da atenção básica; Considerando a Portaria nº 822/GM/MS, de 17 de abril de 2006, que altera os critérios para a definição de modalidades das equipes de Saúde da Família, dispostos na Política Nacional de Atenção Básica; Considerando a Portaria nº 90/GM/MS, de 17 de janeiro de 2008, que atualiza o quantitativo populacional de residentes em assentamentos da reforma agrária e de remanescentes de quilombos, por Município, para cálculo do teto de equipes de Saúde da Família, Modalidade I, e de Equipes de Saúde Bucal da Estratégia Saúde da Família; Considerando a Portaria nº 2.920/GM/MS, de 3 de dezembro de 2008, que estabelece recursos financeiros para Municípios com equipes de Saúde da Família que atuem em áreas priorizadas para o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania; e Considerando a necessidade de revisar o valor estabelecido para o incentivo de custeio referente às equipes de Saúde da Família, às equipes de Saúde Bucal e aos Agentes Comunitários de Saúde, resolve: Art. 1º Definir o valor do incentivo financeiro para as Equipes de Saúde da Família (ESF), implantadas em conformidade com os critérios estabelecidos pela Política Nacional de Atenção Básica. § 1º O valor do incentivo financeiro referente às ESF na Modalidade 1 é de R$ 10.050,00 (dez mil e cinquenta reais) a cada mês, por equipe. § 2º Fazem jus ao recebimento na Modalidade 1 todas as ESF dos Municípios constantes do Anexo I da Portaria nº 822/GM/MS, de 17 de abril de 2006, as ESF dos Municípios constantes do Anexo da Portaria nº 90/GM, de 17 de janeiro de 2008, que atendam a populações residentes em assentamentos ou remanescentes de quilombos, respeitado o número máximo de equipes definidos também na Portaria nº 90/GM/MS, e as ESF que atuam em Municípios e áreas priorizadas para o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - Pronasci, definidos na Portaria nº 2.920/GM/MS, de 3 de dezembro de 2008. § 3º O valor dos incentivos financeiros referentes às ESF na Modalidade 2 é de R$ 6.700,00 (seis mil e setecentos reais) a cada mês, por equipe. Art. 2º Definir os seguintes valores do incentivo financeiro das Equipes de Saúde Bucal (ESB) nas Modalidades 1 e 2, segundo critérios estabelecidos pela Política Nacional de Atenção Básica: I - para as ESB na Modalidade 1 serão transferidos R$ 2.100,00 (dois mil e cem reais) a cada mês, por equipe; e II - para as ESB na Modalidade 2 serão transferidos R$ 2.800,00 (dois mil e oitocentos reais) a cada mês, por equipe. Parágrafo único. Fazem jus a 50% a mais sobre os valores transferidos referentes às ESB implantadas de acordo com as modalidades definidas no caput deste artigo, todas as ESB dos Municípios constantes do Anexo I a Portaria nº 822/GM/MS, de 17 de abril de 2006, e as ESB dos Municípios constantes no Anexo a Portaria nº 90/GM/MS, de 17 de janeiro de 2008, que atendam a populações residentes em assentamentos ou remanescentes de quilombos, respeitado o número máximo de equipes definido também na Portaria nº 90/GM/MS. Art. 3º Fixar em R$ 750,00 (setecentos e cinquenta reais) por Agente Comunitário de Saúde (ACS), a cada mês, o valor do incentivo financeiro referente aos ACS das Estratégias de Agentes Comunitários de Saúde e de Saúde da Família. Parágrafo único. No último trimestre de cada ano será repassada uma parcela extra, calculada com base no número de ACS registrados no cadastro de equipes e profissionais do Sistema de Informação definido para este fim, no mês de agosto do ano vigente, multiplicado pelo valor do incentivo fixado no caput deste artigo. Art. 4º Definir que os recursos orçamentários, de que trata esta Portaria, corram por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o Programa de Trabalho 10.301.1214.20AD - Piso de Atenção Básica - Saúde da Família. Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir da competência maio de 2011. ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA |
terça-feira, 23 de agosto de 2011
ACE DE FLORIANO RECEBEM MATERIAL DE TRABALHO HOJE DEPOIS DO MANIFESTO ,E ISSO AI
Depois de uma paralisação por tempo indeterminado dos agentes de endemias de Floriano Piauí no dia de ontem 22 de agosto de 2011, reivindicando fardamentos adequado para exercer os seus trabalhos diários, O gestor junto com a secretaria municipal de saúde entregaram os fardamentos imediato dos mesmos hoje dia 23 de agosto de 2011, Por volta das 11:30 da manhã. Os mesmos já voltaram aos seus trabalhos normais.
Remetente: Alonso costa o BISORÃO, Secretario de Comunicação dos ACS e ACE e Agente Comunitário de Saúde de Floriano Piauí.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
noticia dos ace de floriano
Os agentes de endemias de Floriano no estado do Piauí esta fazendo hoje dia 22 de agosto de 2011, Uma paralisação por tempo indeterminado, Reivindicando fardamentos que eles já estão esperando há 02 anos e a prefeitura junto com a secretaria de saúde só promete e não entregam para eles poderem trabalhar com mais segurança e identificação nas suas visitas nos domicílios.
Remetente: Alonso costa o BISORÃO, Secretario de Comunicação dos ACS e ACE e Agente Comunitário de Saúde de Floriano Piauí.
22/08/2011 10:15
Comissão do piso salarial dos agentes de saúde vota requerimentos
A comissão especial que analisa a definição de um piso salarial nacional para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias se reúne, nesta terça-feira (23), para votar requerimentos.
A comissão especial foi criada para avaliar o Projeto de Lei 7495/06, do Senado, que regulamenta as atividades dos agentes e cria cargos na Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Diversas outras propostas tramitam em conjunto, como o PL 6111/09, que define o piso nacional da categoria em R$ 930 mensais para profissionais com formação em nível médio.
A Emenda à Constituição 63, de fevereiro de 2010, estabelece que uma lei federal definirá o regime jurídico, o piso salarial nacional, as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. Segundo essa emenda, caberá à União prestar assistência financeira complementar aos estados e aos municípios para o cumprimento do piso salarial.
A reunião será realizada às 14 horas, no Plenário 15.
A comissão especial foi criada para avaliar o Projeto de Lei 7495/06, do Senado, que regulamenta as atividades dos agentes e cria cargos na Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Diversas outras propostas tramitam em conjunto, como o PL 6111/09, que define o piso nacional da categoria em R$ 930 mensais para profissionais com formação em nível médio.
A Emenda à Constituição 63, de fevereiro de 2010, estabelece que uma lei federal definirá o regime jurídico, o piso salarial nacional, as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. Segundo essa emenda, caberá à União prestar assistência financeira complementar aos estados e aos municípios para o cumprimento do piso salarial.
A reunião será realizada às 14 horas, no Plenário 15.
fonte agencia da camara
SINACST EM AÇAO MAIS UM DIA DE LUTA.
O sinacst(sindicato dos agentes comunitario de saúde de Timon) atravez de nossa presidente Valdelice o Acs Raifran menbros da comiçao de efetivaçao , estão protocolondo neste momento , hoje as documentações dos acs no setotor da secretaria municipal de saude de timon. informaçoes mais detalhadas aquarde.
segundo a presidente foram protocalodo hoje apenas a letra A amanha serão protocoladas e conferida as outras letras.
Os diretores do sinacst hoje se multiplicarm ,enguanto uns estavão na secretaria de saude resolvendo assuto das documentaçoes .outros organizando a a viajen para São luis dia 25 onde timon vai mandar 13 acs e 2 ace , otros estavam no anexo da secretaria informando para o setor finaceiro que o valor do salario dos acs era de R$ 750,00 conforme lei municipal 1629 e portaria federal 1599, e que esse valor é que teria que ser depositado nas conta dos acs.
Valeu a luta e esforço dos diretores ,o pagamento ta saindo hoje no valor de R$ 750,00 .
segundo a presidente foram protocalodo hoje apenas a letra A amanha serão protocoladas e conferida as outras letras.
Os diretores do sinacst hoje se multiplicarm ,enguanto uns estavão na secretaria de saude resolvendo assuto das documentaçoes .outros organizando a a viajen para São luis dia 25 onde timon vai mandar 13 acs e 2 ace , otros estavam no anexo da secretaria informando para o setor finaceiro que o valor do salario dos acs era de R$ 750,00 conforme lei municipal 1629 e portaria federal 1599, e que esse valor é que teria que ser depositado nas conta dos acs.
Valeu a luta e esforço dos diretores ,o pagamento ta saindo hoje no valor de R$ 750,00 .
domingo, 21 de agosto de 2011
acs e ace de floriano
Aconteceu o 4ª encontro estadual dos agentes comunitários de saúde e de endemias do Piauí em Floriano Piauí, nos dias 29 e 30 de julho de 2011, realização associação dos ACS e ACE de Floriano Piauí e o Sindicato estadual do Piauí.
Teve participando do evento vario agentes de saúde e endemias de todo o Piauí e vários secretários de saúde e prefeitos e vereadores, aonde foram debatidos os direitos dos ACS E ACE e sobre o novo piso salarial dos mesmos de 750 que já foi depositado nas contas das prefeituras de todo Brasil.
Relatório Detalhado por Alonso costa, agente comunitário de saúde de Floriano Piauí.
sábado, 20 de agosto de 2011
AGENTES DE SAUDE E OS SEMINARIOS PELO PAIS. MAS QUANDO TEM VONTADE POLITICA O PISO SAI VEJA O EXEMPLO DA CAMARA DE SOUSA/PB
Câmara Municipal de Sousa/PB aprova Piso de 1.090 para Agentes de Saúde
Votação do Projeto de Lei Complementar Nº 003, 01 de agosto de 2011
Por unanimidade de votos, a câmara municipal de Sousa/PB, aprovou o Projeto de Lei Complementar Nº 003, 01 de agosto de 2011, o qual adequam os salários dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias (PEVA), a R$ 1.090,00, sendo majoradas em Janeiro de cada ano, com base no Índice Nacional de Preço ao Consumidor - INPC. Vários Agentes estiveram presentes a casa Otacilio Gomes de Sá (Câmara Municipal de Sousa).
Veja a cópia do projeto de lei:
fonte;do Blog de Priscila ACE
Seminário da EC 63 na Bahia desaponta agentes comunitários ACS e ACE
O seminário para discutir o piso nacional dos agentes de saúde, divulgado fervorosamente no site do Sindacs/BA como na imprensa, atraiu em massa os ACS e ACE do estado. O evento que tinha como finalidade discutir a EC 63, desta forma, esclarecendo "ao vivo" para os trabalhadores as possíveis dúvidas que ainda norteiam a mente de muitos agentes desapontou por não cumprir o que realmente estava propondo o seminário.
A discussão do piso nacional não teve destaque ficando escondida no "show mício". Foi assim, na tarde da última quinta-feira (18), na Assembléia Legislativa da Bahia estavam muitos agentes, mas foi notória a ausência do governador do estado, Jaques Wagner (PT), como também foi sentida a falta dos representantes da União e prefeitos, quase nenhum secretário municipal compareceu, demostrando total desrespeitos aos trabalhadores.
A desorganização do evento foi total e merece ser destacada, a Comissão Organizadora não havia agendado a plenária para acomodar cerca 5000 ACS e ACE que se deslocaram de vários municípios do estado para este importante evento.
O seminário foi realizado no estacionamento privativo de veículos da Assembléia Legislativa, total desrespeito aos trabalhadores. "O evento não contribuiu para esclarecer aos agentes de onde e como poderiamos garantir os recursos financeiros para bancar o piso nacional, não aconteceu debate técnico, nem proposições não foi dados aos representes de sindicatos e associaçoes e parlamentares presentes moção de apoio ao piso nacional. A única coisa boa que devemos extrair do evento foi a presença em massa dos agentes e o poder de mobilização destes trabalhadores, que atraves de representações sindicais e associações compareceram para discutir o piso da categoria", desbafou o coordenador do Sindacs/BA, Sérgio Papa.
Para Sérgio Para cabe aos organizadores fornecer justificativas deste "fiasco" aos agentes. O relator de EC 63, o deputado Domingo Dutra (PT/MA) ficou aborrecido com a situação e propôs que virá a uma nova audiencia, se for marcada pela comissão, com a ressalva, para debater com as autoridades do estado, municípios e representações sindicais.
O deputado concorda com a sugestão do Sindacs/BA, "que uma nova audiência seja agendada no Centro de Convenções da Bahia, explicou o coordenador geral do Sindacs/BA, Aldenilson Rangel.
fonte ;Texto: Sério Papa
Revisão: Priscila Bastos DRT 3881
Seminário em JP: Agentes de Saúde pedem piso salarial de R$ 1090 e melhores condições de trabalho
A Assembléia Legislativa da Paraíba recebeu nesta sexta-feira o Seminário - Piso Salarial Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Combate a Endemias (ACE) - (PL 7495/06), promovido pela Comissão Especial que analisa o tema na Câmara dos Deputados, por iniciativa do deputado federal Benjamin Maranhão (PMDB-PB). O evento contou com a presença de deputados federais, estaduais e caravanas de todo o estado de representantes das categorias.
O seminário promovido na Paraíba faz parte do cronograma de trabalho da comissão, que tem visitado os estados do Brasil para conhecer a real situação enfrentada pelos agentes de saúde e buscar o diálogo com os governos municipal e estadual.
Segundo Benjamin, o desejo dos ACS e dos ACE são amplamente defendidos pela comissão, que, segundo o parlamentar, tem buscado entendimento com o Governo Federal para regulamentar o piso salarial nacional de dois salários mínimos (R$ 1090) e garantir melhores condições de trabalho para os agentes. De acordo com o parlamentar, a regulamentação da Emenda 29, que garante mais recursos para a Saúde, pode ser o passo que falta para conseguir as garantias financeiras para subsidiar o reajuste salarial.

Para a presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde do Litoral, Mauricélia Marques, os agentes precisam ser valorizados, pois, atualmente, a sobrevivência da categoria é mantida com dificuldade. "A gente quer o que é nosso", complementou.
Outra reivindicação levada pelos agentes de saúde paraibanos à comissão diz respeito aos constantes atrasos de salários, condiçõs de trabalho precárias e a falta de material básico, como canetas.
De acordo com o relator da comissão, deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), a reunião na Paraíba serviu para ratificar aquilo que a sociedade já tem conhecimento, de que os agentes de saúde realizam um trabalho fundamental, muitas vezes desempenhando atribuições que não são suas. Segundo Dutra, as informações obtidas no seminário serão usadas para subsidiar seu relatório.
Estiveram também presentes no seminário os deputados federais Hugo Motta(PMDB), Wilson Filho (PMDB), Luiz Couto (PT), Romero Rodrigues (PSDB), Efraim Filho (DEM), e os estaduais Olenka MAranhão (PMDB), Trócolli Junior (PMDB), André Gadelha (PMDB), Raniery Paulino (PMDB), Toinho do Sopão (PTN), João Gonçalves (PSDB) e Branco Mendes (DEM).
A Comissão Especial realizará na próxima semana seminário no Maranhão.
FONTE;Da Redação com Assessoria de Imprensa do deputado federal Benjamin Maranhão
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